Earth 2045

De maneira interativa e impactante, um site mostra duas possibilidades de como estaremos vivendo no mundo em 2045. Você pode arrastar para a direita ou esquerda a linha que divide a tela e ver os dois cenários distintos.

Em um dos lados, a água está contaminada, o céu poluído e as pessoas consomem apenas alimentos processados. A dica é colocar um fone de ouvido para mergulhar nas realidades que o vídeo apresenta. É para sentir e refletir.

A produção foi feita pela agência M&C Saathchi, de Estocolmo, para a empresa sueca de gestão de fundos de pensão SPP. A ideia é mostrar que as nossas escolhas de hoje podem influenciar em como será a vida daqui a 30 anos. Clique aqui e veja (o vídeo não está disponível para assistir no celular).

Fonte: Catraca Livre

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Poucas coisas são tão consensuais quanto a música – o que muda são as preferências pessoais de cada um, mas a música em si é frequentemente apreciada e interpretada como uma maneira de relaxamento, diversão, reflexão, meditação, passatempo. Você mesmo, certamente, deve ter aquele álbum que é “acionado” em determinados momentos, além, é claro, de ter a sua banda favorita, o estilo musical que mais combina com a sua personalidade e aquela playlist específica que você escuta quando precisa de inspiração e foco.

De acordo com a Dra. Victoria Williamson, da Goldsmith College, de Londres, estudos recentes têm comprovado que muitas são as regiões cerebrais que se ativam graças à música. Genial de tantas formas, não nos surpreende que Steve Jobs já soubesse disso – pouco tempo antes de sua morte, ele revelou uma lista de músicas que o ajudavam a trabalhar melhor.

Jobs era também adepto da meditação como forma de estimular sua criatividade e concentração. Para ele, assim como o exercício de meditar, ouvir música era uma forma de estimular seu cérebro. Ouça a playlist no Spotify:

Original em: TecMundo

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São Paulo – O Giraffas resolveu tirar proveito da polêmica de hoje entre duas das maiores redes de fast food do mundo.

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O Burger King resolveu pedir ao McDonald’s uma trégua entre os dois, com a criação de um sanduíche conjunto para comemorar o Dia da Paz, em 21 de setembro.

O lanche teria os ingredientes mais tradicionais das duas redes, segundo o Burger King, e seria vendido durante a data numa lanchonete transformada especificamente para a ação em Atlanta, nos Estados Unidos.

Mas o que seria o “McWhopper” foi negado pelo McDonald’s.

Diante da recusa, o Giraffas resolveu topar a proposta do Burger King com um post no Facebook, e ainda sugeriu dois nomes para possíveis lanches da parceria: “BKBrutus” e “GiraWhopper”.

A publicação contava com mais de 17 mil curtidas até a noite de hoje.

O Burger King ainda não respondeu ao post.

Confira a proposta do Burger King, a resposta do McDonald’s e a do Giraffas:

#McWhopperProposal

Um dia de trégua. Nós queremos nos juntar com o McD’s neste Dia da Paz Peace One Day. Esta é nossa #McWhopperProposal – www.mcwhopper.com

Posted by Burger King Brasil on Wednesday, August 26, 2015

McDonalds

Giraffas

Fonte: Exame

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Quer saber quanto você pode economizar usando painéis solares na sua casa? Pergunta para o Google.

O novo projeto da empresa, chamado Project Sunroof, estreou hoje com a intenção de ajudar a diminuir o consumo de energia vinda de combustíveis fósseis, através do Google Maps, e mostrar as vantagens de instalar painéis solares nos telhados.

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Casas e prédios foram mapeados para estimar quanta luz solar recebem em suas coberturas, tendo em conta parâmetros como o angulo do telhado, a meteorologia e inclusive os obstáculos como chaminés e árvores, para calcular quantos painéis seriam necessários e o quanto se poderia economizar na sua conta de luz, com uma boa precisão.

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O projeto por enquanto só está disponível em pequenas áreas urbanas, como em Boston, São Francisco, e Fresno mas a ideia é estender para outros locais do país em breve. Os outros países terão que esperar um pouco mais para desfrutar da ferramenta, pois ainda não há previsão para a implantação do Project Sunroof fora dos Estados Unidos.

A ferramenta também bota os usuários em contato com os instaladores locais de sistemas fotovoltaicos, o que provavelmente será a maneira de viabilizar economicamente o projeto, pois estas empresas devem pagar ao Google para aparecerem na plataforma.

Veja o vídeo do Project Sunroof:

Fonte e imagens: Treehugger

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Marcas mundiais precisam se adaptar aos locais em que se instalam. Diferentes culturas e perfis do público exigem a capacidade da marca de modificar alguns elementos para ter sucesso naquele país ou continente. Campanhas publicitárias com uma linguagem local, identidade visual e ações que conversem com determinada cultura são comuns, mas existem alguns casos em que se faz necessário mudar nada mais, nada menos que o nome da marca.

Confira alguns exemplos:

As famosas batatas Lays no México levam o nome de “Sabritas”. Em Israel, o mesmo petisco é “Tapuchips”.

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Em alguns países, você for a uma farmácia ou supermercado e procurar por um “Axe” pode encontrar qualquer coisa, menos o desodorante que conhecemos aqui no Brasil. Na Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia e Irlanda a marca ganha o nome de “Lynx”.

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“Hungry Jacks” é como se chamam as franquias da rede de fast food Burger King na Austrália.

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Em Quebec, no Canadá, uma lei local define que marcas e estabelecimentos devem utilizar termos em francês em seus nomes. Por lá, o  Kentucky Fried Chicken, o famoso KFC, leva o nome de  Poulet Frit Kentucky (Poulet significa “frango” em francês).

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Fonte: AdNews

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Por Meio & Mensagem

Diz a lenda que Fernando Pessoa era redator publicitário na Thompson de Lisboa. Dizem que o poeta maior da nossa língua, aquele senhor de óculos, gravata e chapéu, escrevia anúncios. Contam que David Bowie e Keith Richards foram diretores de arte em Londres. Não tenho ideia se é mesmo verdade, mas me divirto pensando na possibilidade. O relato sobre o Pessoa publicitário está na Wikipedia. Sobre Bowie nada encontrei, além de seis meses como assistente de paste-up numa agência. Já na autobiografia Keith Richards, ele conta quando, recém-formado na escola de artes, jogou seu portfólio verde no lixo depois de uma frustrante entrevista com “três ou quatro espertinhos com as habituais gravatas borboleta”, desistindo da carreira para sempre.

Uma vez, discutindo processos criativos com um professor universitário, ele brincou: “Já imaginou a vida da professora de inglês do Shakespeare? Deve ter sido um inferno.” Eu bem consigo imaginar Fernando Pessoa sumindo uns dias e voltando Alberto Caieiro. Quem teria jeito para cobrar o trabalho que foi prometido na semana anterior? Não tem diretor de criação para isso. Contam que escreveu um anúncio para Coca-­Cola que dizia: “Primeiro estranha-se, depois entranha-se.” Genial. Definitivo. Ninguém mais poderia aprovar este texto além dele mesmo. Ele era o chefe, com certeza.

Já pensou uma campanha global daquelas que começam num ano e terminam no outro, discutida com Ziggy Stardust e apresentada por Alad­din Sane? Bowie mudava completamente todo ano, ou será que era outra pessoa quando estava na propaganda? Coitada da dupla que fosse receber feedback de um cara que escreve, pinta, compõe, desenha moda, planeja cenário, dirige, interpreta, tudo com talento muito fora da curva. Já pensou na altura do sarrafo? Claro que não. Já pensou o tal diretor de criação da gravata borboleta aprovando os layouts de um Keith Richards viajandão, meio sentado meio deitado, sem o menor saco para conversa de escritório? Pior, quando ele nem era famoso ainda e certamente merecia um sabão? Uma coisa penosa, infernal mesmo. Nossa cultura criativa não ajuda muito em casos como esses, por isso muita gente duvida das lendas.

Agora, imagino o quanto seria divertido trabalhar com qualquer um desses malucos em um sistema mais horizontal, mais transparente, mais colaborativo. Onde o papel do aprovador fosse dividido e os critérios seletivos fossem baseados na força da entrega criativa em vez da hierarquia corporativa. Quem não gostaria de cocriar, sei lá, uma campanha ou uma loja conceito com qualquer um deles? Por exemplo, criar uma experiência qualquer para marcas de café com um expert no assunto como David Lynch, que ainda por cima é um defensor incansável da meditação? Café com meditação talvez não caiba num briefing, mas cabe na cabeça dele. E talvez na cabeça do Bowie, na sua e na minha, simplesmente pelo prazer de criar junto algo diferente.

Tive ótimas experiências de colaboração criativa desde os tempos da escola. Desde então, minha vida profissional é cada vez mais repleta de cocriações. Hoje tenho a sorte de trabalhar em uma cultura em que colaboração é fundamental para a realização do trabalho. E gosto tanto da brincadeira que preencho parte significativa do meu tempo pessoal cocriando fora da caixa, rodando make-a-thons com amigos, inventando soluções para organizações sociais, desenhando a carreira de artistas emergentes, montando instalações interativas e outras bobagens afins. Muitas vezes nem sei dizer a linha que separa meu hobby criativo do meu trabalho diário.

Cocriação é uma coisa poderosa, grudenta, quem tentou e foi pego não larga mais. Pergunte para quem já experimentou. É antes de tudo uma atitude muito poderosa, num mundo ­preocupado demais com autorias e créditos.
(*) Mauro Cavalletti é head of creative shop do Facebook e escreve mensalmente para Meio & Mensagem. Este artigo está publicado na edição 1672 de 10 de agosto de 2015.

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Hoje me ocorreu algo no mínimo interessante. Acordei com a intenção de escrever algum texto sobre a situação atual da guerra entre taxistas e o Uber em São Paulo. Dando, então, as primeiras fuçadas nas mídias sociais, percebi que um amigo de longa data, Max Guimer, já o tinha feito, certamente com melhor qualidade do que eu o teria, então tomei a liberdade de pedir sua autorização e publicar seu texto abaixo:

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Assunto presente diariamente em todos os jornais, o embate entre taxistas e o aplicativo Uber vem ganhando proporções maiores a cada nova jogada. No RJ, taxistas ameaçaram entrar em greve geral na última sexta-feira, mas acabaram mudando de estratégia e interditaram vias principais durante algumas horas. O Uber, como contragolpe, ofereceu R$ 100 para que as pessoas se locomovessem pela cidade sem gastar nada. Em São Paulo, onde não houve manifestação nesse dia, mas um apoio público das associações daqui aos taxistas de lá, o Uber distribuiu sorvetes de graça para quem quisesse, sem necessidade de fazer corridas.

Taxistas temendo por um novo concorrente me parece algo perfeitamente aceitável. Inaceitável é ver líderes de sindicatos, associações, cooperativas, endossando esse coro e pressionando a sociedade com argumentos como “vai ter morte”, “vamos parar o Brasil”, e outras pérolas do gênero. Como o cargo pressupõe, um líder deveria ser alguém capaz de lutar por melhores condições para seus liderados, sem que isso significasse, por outro lado, prejuízo a outrem (ou à sociedade, como é o caso aqui). Mas não é o que temos visto.

Tem mais :)

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Descobri a hashtag #EuQueroaCulturaViva e assisti nesta noite ao vídeo da campanha, que me causou alguma nostalgia e me fez pensar sobre a qualidade dos conteúdos a que tenho tido acesso, lembrando dos dias em que preferi “ligar na Cultura”, como escape a uma explosão de sensacionalismo. Achei pertinente reproduzir esta matéria da Meio & Mensagem:

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Nesta segunda-feira, 10, às 9 horas, foi realizado um ato-show contra o “desmanche” da TV Cultura. O evento reuniu duplas sertanejas, ativistas de várias organizações, artistas, parlamentares, ex-funcionários e funcionários das emissoras de rádio e da TV Cultura. O manifesto foi parte da campanha “Eu Quero a TV Cultura Viva”, que conta com uma petição pública e apoio do elenco de apresentadores e artistas da emissora, que divulgaram nas redes sociais um vídeo em repúdio ao encerramento de vários programas.

Tem mais :)

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Recentemente, o governo da Índia bloqueou mais de 800 sites de conteúdo pornográfico no país. A medida teve grande repercussão no mundo e gerou diferentes reações entre os indianos. Os alunos da Miami Ad School de Mumbai, por exemplo, parecem não ter gostado nada do que consideram um modo de censura por parte do governo.

É claro que estudantes de uma escola de criatividade não poderiam manifestar sua insatisfação de outro modo se não criando uma campanha publicitária inventiva e bem humorada.

Para isso, eles produziram peças que utilizam buscas de termos relacionados à pornografia para ironizar a situação. Na campanha entitulada #LiftThePornBan os alunos ainda fazem uma provocação com a pergunta “Since when have you let others decide for you?” (“Desde quando você deixa que os outros decidam por você?”, em tradução livre do inglês).

Confira abaixo as peças da campanha:

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Fonte: AdNews