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São Paulo – O Giraffas resolveu tirar proveito da polêmica de hoje entre duas das maiores redes de fast food do mundo.

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O Burger King resolveu pedir ao McDonald’s uma trégua entre os dois, com a criação de um sanduíche conjunto para comemorar o Dia da Paz, em 21 de setembro.

O lanche teria os ingredientes mais tradicionais das duas redes, segundo o Burger King, e seria vendido durante a data numa lanchonete transformada especificamente para a ação em Atlanta, nos Estados Unidos.

Mas o que seria o “McWhopper” foi negado pelo McDonald’s.

Diante da recusa, o Giraffas resolveu topar a proposta do Burger King com um post no Facebook, e ainda sugeriu dois nomes para possíveis lanches da parceria: “BKBrutus” e “GiraWhopper”.

A publicação contava com mais de 17 mil curtidas até a noite de hoje.

O Burger King ainda não respondeu ao post.

Confira a proposta do Burger King, a resposta do McDonald’s e a do Giraffas:

#McWhopperProposal

Um dia de trégua. Nós queremos nos juntar com o McD’s neste Dia da Paz Peace One Day. Esta é nossa #McWhopperProposal – www.mcwhopper.com

Posted by Burger King Brasil on Wednesday, August 26, 2015

McDonalds

Giraffas

Fonte: Exame

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Quer saber quanto você pode economizar usando painéis solares na sua casa? Pergunta para o Google.

O novo projeto da empresa, chamado Project Sunroof, estreou hoje com a intenção de ajudar a diminuir o consumo de energia vinda de combustíveis fósseis, através do Google Maps, e mostrar as vantagens de instalar painéis solares nos telhados.

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Casas e prédios foram mapeados para estimar quanta luz solar recebem em suas coberturas, tendo em conta parâmetros como o angulo do telhado, a meteorologia e inclusive os obstáculos como chaminés e árvores, para calcular quantos painéis seriam necessários e o quanto se poderia economizar na sua conta de luz, com uma boa precisão.

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O projeto por enquanto só está disponível em pequenas áreas urbanas, como em Boston, São Francisco, e Fresno mas a ideia é estender para outros locais do país em breve. Os outros países terão que esperar um pouco mais para desfrutar da ferramenta, pois ainda não há previsão para a implantação do Project Sunroof fora dos Estados Unidos.

A ferramenta também bota os usuários em contato com os instaladores locais de sistemas fotovoltaicos, o que provavelmente será a maneira de viabilizar economicamente o projeto, pois estas empresas devem pagar ao Google para aparecerem na plataforma.

Veja o vídeo do Project Sunroof:

Fonte e imagens: Treehugger

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Marcas mundiais precisam se adaptar aos locais em que se instalam. Diferentes culturas e perfis do público exigem a capacidade da marca de modificar alguns elementos para ter sucesso naquele país ou continente. Campanhas publicitárias com uma linguagem local, identidade visual e ações que conversem com determinada cultura são comuns, mas existem alguns casos em que se faz necessário mudar nada mais, nada menos que o nome da marca.

Confira alguns exemplos:

As famosas batatas Lays no México levam o nome de “Sabritas”. Em Israel, o mesmo petisco é “Tapuchips”.

sabritas

Em alguns países, você for a uma farmácia ou supermercado e procurar por um “Axe” pode encontrar qualquer coisa, menos o desodorante que conhecemos aqui no Brasil. Na Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia e Irlanda a marca ganha o nome de “Lynx”.

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“Hungry Jacks” é como se chamam as franquias da rede de fast food Burger King na Austrália.

Hungry_Jacks

Em Quebec, no Canadá, uma lei local define que marcas e estabelecimentos devem utilizar termos em francês em seus nomes. Por lá, o  Kentucky Fried Chicken, o famoso KFC, leva o nome de  Poulet Frit Kentucky (Poulet significa “frango” em francês).

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Fonte: AdNews

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Hoje me ocorreu algo no mínimo interessante. Acordei com a intenção de escrever algum texto sobre a situação atual da guerra entre taxistas e o Uber em São Paulo. Dando, então, as primeiras fuçadas nas mídias sociais, percebi que um amigo de longa data, Max Guimer, já o tinha feito, certamente com melhor qualidade do que eu o teria, então tomei a liberdade de pedir sua autorização e publicar seu texto abaixo:

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Assunto presente diariamente em todos os jornais, o embate entre taxistas e o aplicativo Uber vem ganhando proporções maiores a cada nova jogada. No RJ, taxistas ameaçaram entrar em greve geral na última sexta-feira, mas acabaram mudando de estratégia e interditaram vias principais durante algumas horas. O Uber, como contragolpe, ofereceu R$ 100 para que as pessoas se locomovessem pela cidade sem gastar nada. Em São Paulo, onde não houve manifestação nesse dia, mas um apoio público das associações daqui aos taxistas de lá, o Uber distribuiu sorvetes de graça para quem quisesse, sem necessidade de fazer corridas.

Taxistas temendo por um novo concorrente me parece algo perfeitamente aceitável. Inaceitável é ver líderes de sindicatos, associações, cooperativas, endossando esse coro e pressionando a sociedade com argumentos como “vai ter morte”, “vamos parar o Brasil”, e outras pérolas do gênero. Como o cargo pressupõe, um líder deveria ser alguém capaz de lutar por melhores condições para seus liderados, sem que isso significasse, por outro lado, prejuízo a outrem (ou à sociedade, como é o caso aqui). Mas não é o que temos visto.

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Descobri a hashtag #EuQueroaCulturaViva e assisti nesta noite ao vídeo da campanha, que me causou alguma nostalgia e me fez pensar sobre a qualidade dos conteúdos a que tenho tido acesso, lembrando dos dias em que preferi “ligar na Cultura”, como escape a uma explosão de sensacionalismo. Achei pertinente reproduzir esta matéria da Meio & Mensagem:

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Nesta segunda-feira, 10, às 9 horas, foi realizado um ato-show contra o “desmanche” da TV Cultura. O evento reuniu duplas sertanejas, ativistas de várias organizações, artistas, parlamentares, ex-funcionários e funcionários das emissoras de rádio e da TV Cultura. O manifesto foi parte da campanha “Eu Quero a TV Cultura Viva”, que conta com uma petição pública e apoio do elenco de apresentadores e artistas da emissora, que divulgaram nas redes sociais um vídeo em repúdio ao encerramento de vários programas.

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Recentemente, o governo da Índia bloqueou mais de 800 sites de conteúdo pornográfico no país. A medida teve grande repercussão no mundo e gerou diferentes reações entre os indianos. Os alunos da Miami Ad School de Mumbai, por exemplo, parecem não ter gostado nada do que consideram um modo de censura por parte do governo.

É claro que estudantes de uma escola de criatividade não poderiam manifestar sua insatisfação de outro modo se não criando uma campanha publicitária inventiva e bem humorada.

Para isso, eles produziram peças que utilizam buscas de termos relacionados à pornografia para ironizar a situação. Na campanha entitulada #LiftThePornBan os alunos ainda fazem uma provocação com a pergunta “Since when have you let others decide for you?” (“Desde quando você deixa que os outros decidam por você?”, em tradução livre do inglês).

Confira abaixo as peças da campanha:

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Fonte: AdNews

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A Latam Airlines, holding das empresas LAN e TAM, vai adotar a marca “Latam” a partir do próximo ano. De acordo com a empresa, o processo de mudança de identidade visual levará três anos e custará entre US$ 30 e US$ 40 milhões, o que não inclui comunicação. O trabalho de unificação de marcas está sendo desenvolvido com a Interbrand desde o primeiro trimestre do ano passado.

Segundo Jerome Cadier, vice-presidente de marketing do Grupo Latam Airlines, a decisão não foi fácil em função do legado e forças das duas marcas. A LAN tem 80 anos e a TAM, 40 anos. Cadier explica que, até o ano que vem, não haverá uma campanha específica para anunciar a nova marca. “Isso só acontecerá quando tivermos o novo logo nas aeronaves”, diz o executivo. O próximo passo é iniciar a mudança de identidade visual no operacional, o que inclui pontos de contato e aeronaves. A pintura de aeronaves é o que mais vai gerar custos.

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