De aspecto rochoso, clima quente e com dois sóis, planeta pode ser próprio para colonização terrestre.

O "pôr dos sóis" de Tatooine pode ser realidade para seres humanos no futuro. (Fonte da imagem: LucasFilms)

O "pôr dos sóis" de Tatooine pode ser realidade para seres humanos no futuro. (Fonte da imagem: LucasFilms)

Ainda estamos longe de deixar a Terra e partir em busca de outro planeta que proporcione condições adequadas de vida para os seres humanos, mas isso não impede os cientistas de sonharem. Pesquisadores do California Institute of Technology, nos Estados Unidos, descobriram recentemente o 55 Cancri F, mais um planeta que entra para a lista dos “potencialmente habitáveis”.

A capacidade do planeta de suportar a presença de água em forma líquida é um dos pontos positivos descritos pelos astrônomos. Além disso, o ano de lá dura quase o mesmo tempo que o nosso – e o local sofre um fenômeno de aquecimento com características muito similares ao efeito estufa da Terra.

Ainda assim, existem algumas diferenças entre os planetas: distante 40 anos luz da Terra, o 55 Cancri F, localizado próximo à constelação de Câncer, faz parte de um sistema solar binário. É isso mesmo: ele possui duas estrelas que atuam como o nosso Sol. Os dois corpos celestes, de tons avermelhado e alaranjado, ficam igualmente visíveis durante toda a manhã por metade do ano.

Dos cinemas para a vida real

Um dos aspectos mais curiosos da descoberta do 55 Cancri F não é apenas a possibilidade de abrigar seres humanos, mas sua semelhança com Tatooine, um dos vários planetas existentes no universo da saga Star Wars.

Terra natal de Anakin e Luke Skywalker, o local é conhecido pelo aspecto desértico e por orbitar em torno de dois sóis – além de ser colonizável por seres humanos, claro.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br

Se você é nerd mesmo já deve ter ouvido falar um dia de Cory Doctorow ou então já teve abinhas do navegador abertas em alguma página relacionada a ele. Como não? Ele é um dos criadores/editores do Boing Boing e é um dos mais ferrenhos defensores do copyleft e das licenças Creative Commons. Sua obra está toda disponível para download e livre para modificações, traduções, versões. Doctorow é um grande ativista pela liberdade de expressão e de divulgação do conhecimento que, se não chega a arrepiar os cabelinhos dos editores por sua ousadia, no mínimo devia ser mais e mais divulgado em função de sua iniciativa, das discussões que fomenta e, claro, da qualidade do que escreve. Leia mais sobre »

Vi este post no blog Freshome hoje, e achei bastante legal a ideia.

Vou traduzir aqui em baixo (possivelmente uma tradução meio ruim : )

Depois de apresentar uma coleção com os 30 Designs de Estante mais Criativos, aqui está outra interessante sugestão para armazenar livros. A ideia é de Adam Jirkal, Jerry Koza e Tomáš Kalhous, três designers da República Tcheca que transformaram a escada numa estante. Estou certo de que num local pequeno, uma inovação como esta será uma bela economia de espaço.

Escada Estante

Escada Estante

 

Escada Estante

Escada Estante

Fonte: Freshome

“A Inconstitucionalidade dos Pedágios”, desenvolvido pela aluna do 9º semestre de Direito da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) Márcia dos Santos Silva choca, impressiona e orienta os interessados.

Pedágio

Pedágio

A jovem de 22 anos apresentou o “Direito fundamental de ir e vir” nas estradas do Brasil. Ela, que mora em Pelotas, conta que, para vir a Rio Grande apresentar seu trabalho no congresso, não pagou pedágio e, na volta, faria o mesmo. Causando surpresa nos participantes, ela fundamentou seus atos durante a apresentação.
Márcia explica que na Constituição Federal de 1988, Título II, dos “Direitos e Garantias Fundamentais”, o artigo 5 diz o seguinte:

“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade ” E no inciso XV do artigo: “é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens”.
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Acredito que a música é a única arte que está em todas as outras, capaz de contemplá-las e mesmo completá-las. Capaz de completar a nós e, freqüentemente, as lacunas que o mundo deixa enquanto gira.

Philip Glass

Philip Glass

Havia um menino que, já tarde na noite, foi-se nas pontas dos pés sentar nos degraus da escada. Fora seduzido pela música que vinha da vitrola do pai – que se encontrava exausto na sala depois de um cansativo dia de trabalho. O pai, por sua vez, sabia que o menino estava lá sentado, mas jamais o indagou. Preferiu repartir com o filho aquela melodia que passeava pela casa. O menino, sabendo que o pai tinha conhecimento de sua camuflada presença, também preferiu ficar. Como se pai e filho soubessem silenciosamente que era aquele um momento mais íntimo que todos os outros. E, separados, ouviram juntos aquela música.

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O estudioso La Fontaine já dizia que “todo bajulador vive à custa de quem lhe dá ouvidos”. A clássica piada “Bonita camisa, Fernandinho” – um dos mais bem-sucedidos jargões já criados pela publicidade mundialmente − arranca risos de toda equipe quando o assunto é aquele camarada que está sempre paparicando alguém influente. A palavra bajulação está ligada a um termo um pouco mais chulo: bajulador é o famoso “puxa-saco”, aquela figura que sempre é objeto de piadas de mau gosto. O “puxa-saco” tem uma vida muito árdua. Além de estar sempre alerta para fazer um paparico, ainda precisa se esquivar das piadinhas ardidas de seus companheiros. Bom, de definições o inferno está cheio! Por isto, não quero definir o que é um bajulador. Ao contrário, analisarei perfis e darei dicas para o gestor lidar com a situação.

Bajulador

Bajulador

A pergunta que não quer calar: seríamos todos nós imunes à bajulação? Acho que não. Quem não gosta de um paparico? Somos cerebralmente programados para aceitar um elogio, não importa de onde ele venha. A questão é compreender como a bajulação corrompe o profissionalismo. Aqui está o objetivo do texto.
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Cena foi registrada pela fotógrafa amadora Veronika Lenarth.
Possivelmente, rã se pendurou no fio para escapar de predador.

Rã se equilibra em fio a dois metros de altura. (Foto: Reprodução/Daily Telegraph)

Uma rã foi flagrada em Miskolc, na Hungria, como se estivesse realizando exercícios de ginástica. O anfíbio foi clicado pela fotógrafa amadora Veronika Lenarth enquanto tentava se equilibrar em um fio a dois metros de altura. Depois de observar a rã em sua luta heróica para não cair, Veronika contou que decidiu dar uma mão e ajudá-la a sair do apuro. Ela acredita que a rã se pendurou no fio para escapar de algum predador, segundo o jornal “Daily Telegraph”.

Do G1, em São Paulo